sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Cuidado com quem mantém a comunhão!


O Lápis

"Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o nosso oleiro; e
todos nós a obra das tuas mãos." Isaías 64:8

O fabricante de lápis falou com cada um de seus lápis:

“Há cinco coisas que você precisa saber antes de eu lhe enviar para o
mundo. Sempre se lembre delas e se tornará o melhor lápis que pode ser:

Você fará grandes coisas, mas só se estiver seguro na mão de alguém.

Você experimentará um doloroso processo de ser afiado de vez em quando, mas
é necessário se quiser se tornar-se um lápis melhor.

Você pode corrigir qualquer mal-entendido que ocasionar.

A sua parte mais importante sempre estará do lado de dentro.

Não importa a condição, continue a escrever; sempre deixe uma marca clara e
legível, mesmo nos dias difíceis

Todos prometeram lembrar-se sempre disso e entraram na caixa. Compreenderam
plenamente o propósito do fabricante.

Lembre-se:
Cada um de nós é como um lápis. Deus é o nosso criador e precisamos estar
sempre seguros em suas mãos para cumprirmos o propósito da vida. Somente
assim poderemos fazer grandes coisas para Ele.

Às vezes DEUS nos corta, nos limita, nos prova, nos deixa passar por
momentos duros. Assim, ELE nos afia para melhor escrevermos as coisas que
Ele quer.

Deus pode mudar qualquer coisa em nós. Pertencemos a Ele, e mesmo que
erremos, Ele nos perdoa e nos ensina a recomeçar. Se quebrarmos, Ele nos
faz de novo para sua honra e glória.

Seu coração, sua mente, seus desejos são mais importantes do que o
exterior. Viva por ser e não apenas por ter ou aparecer.

Não importa o tamanho dos desafios, da angústia que vier continue
escrevendo. Não importa o valor do lápis, o importante é que ele escreva e
o que esta sendo escrito através dele. Confie em DEUS de todo teu coração e
não se apóie na sua própria inteligência.

“Lembre de DEUS em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará caminho certo.”


Desconheço o Autor

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Uma imagem vale mais que 1000 palavras!


Sábios Conselhos

Segue abaixo alguns trechos da palestra de Brian Dyson, ex-presidente da Coca Cola, que aconteceu em conferência de uma universidade americana, onde ele falou sobre a relação entre o trabalho e outros compromissos da vida.
Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. (Não necessariamente nesta ordem) O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida.
Como?
Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios.
Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.
Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
Não temam admitir que não são perfeitos. Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas.
Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.
Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.
Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar.
A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo. Lembrem-se: Ontem é história. Amanhã é mistério e Hoje é uma dádiva. Por isso se chama presente.
"Apeguem-se as coisas que são queridas aos seus corações (entre elas os amigos). Sem eles a vida carece de sentido."

Pregos, facas e palavras...

Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. O pai deu-lhe um saco de prego e disse a ele que para cada vez que o menino perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca.
No primeiro dia, o menino pregou 17. Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, o número de pregos pregados na cerca diminuiu gradativamente...
Ele descobriu que era mais fácil se segurar do que pregar aqueles pregos na cerca.
Finalmente chegou o dia que o menino não perdeu a calma em nenhum momento.
Ele então falou a seu pai sobre isto e o pai sugeriu que o menino agora tirasse da cerca, um prego por cada dia que ele não perdesse a calma.
Os dias passaram e o menininho, então, estava finalmente pronto para dizer a seu pai que tinha retirado todos os pregos da cerca.
O pai então o pegou pela mão e foram até a cerca.
O pai disse, "Você fez muito bem, meu filho, mas, veja só os buracos que restaram na cerca.
A cerca nunca mais será a mesma!
Quando você fala algumas coisas com raiva, elas deixam cicatrizes como estas aqui.
Você pode enfiar a faca em alguém e retirá-la. Não importa quantas vezes você peça desculpas, a ferida ainda esta lá.
Um ferimento verbal é a mesma coisa que um ferimento físico .
Anonimo

terça-feira, 14 de julho de 2009

Somos Mordomos do Rei

"O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidadesem glória, por Cristo Jesus." Filipenses 4:19

Conta-se que certa vez, um rei do Iêmen, chamado Hiamir, chamou um dos seus ministros e disse-lhe:
"Quero fazer longa viagem à Tiapur, uma região longínqua, pobre e triste,árida e sem conforto. Determino que vá antes de mim, e logo que lá chegar, mande que seja construído um magnífico palácio, com largas varandas de marfins e pátios floridos. Nesse palácio ficarei hospedado durante uma temporada, com tranquilidade e conforto."
O Vizir respondeu humildemente: "escuto e obedeço, ó rei."
Dias depois o Vizir partiu, em uma caravana com numerosos camelos carregados de ouro.
Ao chegar à cidade o Vizir ficou desolado com o estado de abandono em quese achava o povo. Encontrou pelas estradas crianças famintas e centenas deinfelizes, morrendo de inanição. Os quadros de miséria e sofrimento que se desenrolavam, a cada passo e a todo instante, torturavam o coração do poderoso ministro.
Ele trouxera mais de trinta mil dinares, que deveriam ser gastos na construção de um grandioso palácio!
Que fez o Vizir?
Levado por um impulso irresistível, em vez de executar a ordem do rei, resolveu gastar o dinheiro que trazia, beneficiando a infeliz população.
Mandou construir abrigos para os desamparados. Distribuiu mantimentos entreos mais necessitados. Determinou que todos os enfermos fossem, sem demora, medicados e forneceu pão aos que padeciam fome.
Ao fim de alguns meses, notava-se uma transformação completa da cidade. Oshomens haviam voltado ao trabalho e por toda a parte reinava a alegria. Ascrianças brincavam nos pátios e as mulheres cantavam nas portas das tendas.
E do palácio maravilhoso, encomendado pelo rei, nada existia...
Quando o rei Hiamir chegou a Tiapur foi recebido por uma grande manifestação de júbilo da população.
"Sinto-me feliz" - confessou o monarca - "por saber que sou sinceramente estimado pelos meus súditos. Mas onde está o palácio de Tiapur?" Perguntou.
"Antes de falar do palácio, ó rei, tenho um pedido a lhe fazer." Disse-lheo Vizir. "Segundo as leis, aquele que o desobedecer, praticando um abuso deconfiança, deve ser condenado à morte. Pois, houve, ó rei, um homem de sua confiança que praticou tal delito. Espera-se que seja determinada a execução do culpado sem demora." Disse o Vizir serenamente:
"Quem é o acusado?" Questionou o rei.
"O criminoso sou eu." Disse o Vizir sem hesitar. E sem ocultar a menor parcela da verdade, o Vizir descreveu a miséria em que se encontrava o povo.
Por fim, confessou que, penalizado diante de tanto sofrimento, em vez de construir o palácio real, resolveu gastar os recursos que lhe foram confiados para mudar a triste sorte da população.
"Não cumpri a ordem recebida, por isso aguardo o castigo de que me fiz merecedor." Concluiu.
"Levante-se, meu amigo." Ordenou emocionado o rei. "Vejo que seu trabalho éresponsável pela edificação do mais belo dos palácios que já conheci. Vejo as torres cintilantes nas fisionomias alegres das crianças; admiro as largas varandas de marfim no sorriso radiante dos meus súditos; reconheçoos pátios floridos no olhar de gratidão das mães felizes. Como é majestoso e belo, ó Vizir, o palácio que a sua bondade fez se erguer nas terras de Tiapur."
Cada um é responsável pela destinação que der à riqueza que lhe for confiada, seja ela representada por recursos materiais ou por aptidões profissionais.
Cada qual, pelo uso de seus próprios talentos, é capaz de alterar o mundo, distribuindo alegrias ou acumulando dores.
Colaboração de Renato Santos

sexta-feira, 29 de maio de 2009

HÁ VAGAS!

"E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como
evangelistas, e outros como pastores e mestres," Efésios 4:11

PRECISA-SE
Uma grande obra necessita urgente de trabalhadores de ambos os sexos?

Carpinteiros:
Para serrar madeira da incompreensão e arrancar os pregos do ódio, do
orgulho, e do egoísmo.

Pedreiros:
Para assentar os tijolos da prece na construção da caridade.
Encanadores:
Para canalizar a água viva da verdade na direção daqueles que tem sede de
conhecimento.

Eletricistas:
Para ligar a corrente positiva da fé, estendendo a luz a todos que se acham
nas trevas da ignorância.

Lixeiros:
Para remover os resíduos da preocupação e da ansiedade que ainda entulham a
obra.

Aprendizes:
Vagas sempre abertas para pessoas de boa vontade, e de qualquer idade.

Mestres: Não há vagas! Temos o CRIADOR.

Local da obra: Humanidade.